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Meu perfil BRASIL, Mulher, de 15 a 19 anos, Portuguese, Spanish, Música, Informática e Internet MSN - laysa_serrano@hotmail.com |
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.: Créditos :.
Caso não me entenda de prima neste pequeno texto de Fernanda Young, tente me procurar em Ana Carolina.
"(...) Mas não vou negar que tenho esse talento para o lado mais sensível, para as partes mais chatas da vida, e isso me deixa exposta a mais ataques emocionais que os outros. Sou completamente ansiosa. Mas também sou inteligente e, assim, faço da minha ansiedade uma motivação artística. Vindo a me tornar o que sou: uma artista da vida real. Uma espécie de atriz performática full time, o tempo inteiro atuando para o mundo exterior, só que secretamente uma cientista, pesquisando todas as reações à minha atuação. Fico espionando, e catalogando na minha cabeça, tudo, nos mínimos detalhes. O tudo que agora revelo, em primeiríssima mão, para você. Então bem-vindas as minhas oscilações, pois serviram para alguma coisa. Bem-vindos os meus achaques, já que se tornaram texto.(...)"
Retirado do Blog abaixo que, por sinal, é ótimo.
http://pap-pel-de-papel.blogspot.com
VerdadeiraMENTE uma menTIRA
Eu digo Adeus para verdade, cansei dessa mentira de acreditar na verdade que você teima em falar.
Eu quero mentir um pouco, quero dizer que odeio quando na verdade eu estou a gostar.
Eu quero dizer que acabou, que você não é aquele eterno amor.
Porque não quero que você confie nas verdades que digo, quero que reconheça as mentiras que conto.
[ Quero que você me conheça e saiba quem eu sou.]
Eu prefiro consumir este vício, há morrer deprimida.
Ter alguém que me faça viver todo dia como se fosse único, me matando disfarçadamente.
Eu quero este vício pra mim, quero ser louca, beber do teu corpo, morrer em tua boca, te desejar sempre mais.
Porque nosso sentimento é voraz e eu, vou adorar morrer assim.
Eu estou sentindo cada lágrima escorrer pelo rosto, cada parte do meu corpo adoecer.
Passando o olhar pelo nada, me perdendo de vista sem querer.
Estou perecendo,de dor,de morte.
Querendo tirar isso de mim, mas nem sei se pode.
Eu sinto o desprezo da minha mente,sem sequer preocupar-se com o ardor.
Meu pensamento sucumbiu a dor que "aquele" muito disse ser amor